História do Rapper Djonga

Salve Família Skate no Comando, hoje trazendo pra vocês aqui a Biografia do rapper destaque do cenário do Rap Nacional. Gustavo Pereira mais conhecido como Djonga, nasceu em Belo Horizonte, atualmente está com 22 anos e estudou na Universidade Federal de Ouro Preto. 
 
Considerado um dos nomes mais interessantes do rap atual, o mineiro chamou a atenção por seu jeito “gritado” de versar sobre os beats. Djonga participou do projeto Poetas no Topo, que reuniu MCs de vários estados, como BK, Makalister, Menestrel e Sant.
 
“Quero passar a mensagem de autoestima para os pretos e pretas”, afirma Djonga. A 10ª faixa de Heresia, o boombap O mundo é nosso, tem o refrão cantado pelo MC carioca BK. A letra diz assim: “Já disse pretos no topo e eu falava sério/ tipo BK, me veja como exemplo/ Minha quebrada na merda/ Minha city fora do mapa, mano/ Pros meus irmãos eu sou exemplo/ Sou elétrico/ tenho em mim a resistência/ Sou DV Afrotribo/ Pondo fim na concorrência“.
FUNK “Na minha cabeça, rap e funk são o mesmo rolê. O que muda são os lugares em que eles acontecem, mas tudo é música”, explica Djonga, que começou sua carreira cantando funk. Anos atrás, os versos que ele recitava nos saraus poéticos de BH já soavam como rap. “Quando fiquei mais velho, ouvi Lion man, do Criolo, e pensei que precisava fazer aquilo. Porém, a influência do funk permaneceu. A arte é um espaço de liberdade”, conclui.

 

 

 

ÁLBUM DJONGA HERESIA
 
Álbum de estreia do rapper belo-horizontino Djonga, de 22 anos, Heresia faz a memória voltar até 1972, ano do disco Clube da esquina, de Lô Borges e Milton Nascimento. 
 
A capa do CD remete à cena registrada pelo Estado de Minas em 2012, quando o jornal descobriu a identidade dos dois meninos da icônica foto do clássico da MPB – imagem reproduzida pelo MC em seu Instagram. 
 
Heresia traz Djonga “duplicado”, na mesma pose de Cacau e Tonho, os garotos de Nova Friburgo (RJ) revelados pelo EM.
Fã de Clube da Esquina, o rapper quer provar que hip-hop não é “música marginal”, como o samba já foi um dia. É bom lembrar: um dos clássicos do disco de Milton é justamente Me deixa em paz, belo samba de Monsueto gravado por Milton e Alaíde Costa.

 

DJONGA E SUAS PRINCIPAIS PARTICIPAÇÕES

 

 

 

 
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