Biografia Baco Exu do Blues

O soteropolitano Diogo Moncorvo, mais conhecido como Baco Exu do Blues, é um dos dois mc’s do grupo Direto do Hospício, vulgo D.D.H. juntamente com Mobb e um dos fundadores do selo baiano Oldisgraça.
Ganhou destaque na cena após o lançamento da sua faixa “Sulicídio” que para muitos trouxe reflexos profundos ao rap nacional. 
É reconhecido por suas metáforas fortes e a crueza de suas letras, fruto das suas inspirações vinda das ruas de Salvador.

BACO E A POLÊMICA TRACK SULICÍDIO 

29 de agosto foi um dia atípico pro Rap Nacional, parafraseando O Rappa: “Não se fala de outro assunto”, e isso é ótimo. Baco (o Exu do Blues) e Diomedes Chinaski, líderes dos grupos nordestinos DDH e Chave Mestra, respectivamente, fizeram um feito histórico no rap brasileiro com o lançamento da música “Sulicídio” — produção de Mazili e Sly — ao colocarem o dedo na ferida da centralização do movimento (que sempre aconteceu) no eixo Rio/São Paulo.

 

DISCO ESÚ BACO EXU DO BLUES

O disco Esú, do cantor baiano Baco Exu do Blues, traz uma mistura de ritmos, temas e ideias. Lançado em setembro, o álbum de 10 músicas trata de religião e amor de forma angustiada  e controversa, como um reflexo do sentimento conflitante que o artista enfrentou no último ano. 
Alçado a um protagonismo que não esperava após o lançamento da faixa “Sulicídio”, em 2016, o artista precisou superar seus medos.
“O processo foi bem complicado, eu estava saindo de uma depressão, então o bagulho foi muito visceral para mim, tudo o que tem lá são minhas verdades”, disse Diogo Moncorvo, o Baco, de 21 anos.
 Segundo o cantor, Esú conta a história de um homem que admite estar dentro de um abismo e busca sair de lá, seja questionando os deuses, seja através dos relacionamentos amorosos.
Novos Baianos, Chico Science & Nação Zumbi, Jorge Amado, Vinícius de Moraes, Baden Powell, Arthur Rimbaud… todos esses artistas são referenciados nas letras ou nos samples de Esú. Baco, que diz ter bastante influência da MPB e do rap, pensa em trabalhar com alguns dos seus ídolos na sequência do disco.
“O que é que classifica um deus? Ele ser imortal? Ele poder modificar a realidade que controla? Ele tirar vidas e criar vidas? Se você parar pra pensar, o ser humano faz tudo isso”. Baco acredita que o ser humano pode ser imortal através das memórias que passa pras pessoas, pode criar e tirar vida e também alterar a própria realidade. O refrão da faixa “Esú” retrata as dúvidas do artista: “Sinto que os deuses têm medo de mim. Metade homem, metade deus e os dois sentem medo de mim”.
Novos Baianos, Chico Science & Nação Zumbi, Jorge Amado, Vinícius de Moraes, Baden Powell, Arthur Rimbaud… todos esses artistas são referenciados nas letras ou nos samples de Esú. Baco, que diz ter bastante influência da MPB e do rap, pensa em trabalhar com alguns dos seus ídolos na sequência do disco.
“O que é que classifica um deus? Ele ser imortal? Ele poder modificar a realidade que controla? Ele tirar vidas e criar vidas? Se você parar pra pensar, o ser humano faz tudo isso”. Baco acredita que o ser humano pode ser imortal através das memórias que passa pras pessoas, pode criar e tirar vida e também alterar a própria realidade. O refrão da faixa “Esú” retrata as dúvidas do artista: “Sinto que os deuses têm medo de mim. Metade homem, metade deus e os dois sentem medo de mim”.

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